Gustavo Rocha, Autor em Folha - Saúde https://folhasaude.com.br/lideranca-que-protege-a-responsabilidade-das-empresas-com-os-entregadores-nao-pode-passar-em-branco/ Thu, 29 May 2025 20:50:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://folhasaude.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Five-Icon-Folha1-150x150.png Gustavo Rocha, Autor em Folha - Saúde https://folhasaude.com.br/lideranca-que-protege-a-responsabilidade-das-empresas-com-os-entregadores-nao-pode-passar-em-branco/ 32 32 Liderança que protege: a responsabilidade das empresas com os entregadores não pode passar em branco https://folhasaude.com.br/lideranca-que-protege-a-responsabilidade-das-empresas-com-os-entregadores-nao-pode-passar-em-branco/ https://folhasaude.com.br/lideranca-que-protege-a-responsabilidade-das-empresas-com-os-entregadores-nao-pode-passar-em-branco/#respond Thu, 29 May 2025 20:50:14 +0000 https://folhasaude.com.br/lideranca-que-protege-a-responsabilidade-das-empresas-com-os-entregadores-nao-pode-passar-em-branco/ Maio Amarelo está chegando ao fim, mais uma vez nos trazendo alertas, números e reflexões sobre o alto índice de mortos e feridos no trânsito brasileiro. E, como acontece todos os anos, muitas empresas aproveitam o momento para vestir a cor da campanha, promover ações simbólicas e demonstrar seu apoio à causa da segurança viária. Mas eu preciso deixar um ponto muito claro: liderança que protege vai além de uma fita no uniforme ou uma postagem nas redes sociais. Quero chamar atenção aqui para um grupo específico que, mesmo sendo peça essencial na rotina urbana, ainda é invisível quando se fala em proteção: os entregadores e motoboys. Esses profissionais enfrentam jornadas exaustivas, pressão por prazos curtos e metas irreais, muitas vezes impostos pelas próprias empresas que, ironicamente, se declaram “preocupadas com a segurança no trânsito”. Não dá mais para ignorar essa contradição. Trabalho há 17 anos com líderes e gestão de pessoas. E posso afirmar, sem hesitar: segurança também é um reflexo direto da cultura organizacional. Se a empresa enxerga o entregador apenas como uma “ponta da cadeia”, como uma extensão da velocidade e não como um ser humano, todo discurso de cuidado cai por terra. Liderar é proteger. É garantir que exista capacitação, suporte psicológico, limites de jornada. É permitir que o trabalhador saiba que tem respaldo e não apenas cobrança. Quando a liderança assume esse papel, a rua muda. A lógica muda. E vidas deixam de ser estatística. Não estou aqui para desmerecer campanhas, kits de segurança ou palestras. Toda ação conta. Mas o que salva vidas de verdade é a postura contínua de cuidado, que nasce da liderança e se espalha por toda a organização.O Maio Amarelo pode estar terminando, mas o compromisso com a vida não tem data pra acabar. Proteger quem está nas ruas é, antes de tudo, uma decisão diária. E se você lidera, seja dentro de uma pequena empresa, de um aplicativo ou de uma grande corporação, saiba: a forma como você olha para quem entrega por você pode ser a diferença entre mais um número ou mais um retorno seguro pra casa.

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Maio Amarelo está chegando ao fim, mais uma vez nos trazendo alertas, números e reflexões sobre o alto índice de mortos e feridos no trânsito brasileiro. E, como acontece todos os anos, muitas empresas aproveitam o momento para vestir a cor da campanha, promover ações simbólicas e demonstrar seu apoio à causa da segurança viária. Mas eu preciso deixar um ponto muito claro: liderança que protege vai além de uma fita no uniforme ou uma postagem nas redes sociais.

Quero chamar atenção aqui para um grupo específico que, mesmo sendo peça essencial na rotina urbana, ainda é invisível quando se fala em proteção: os entregadores e motoboys. Esses profissionais enfrentam jornadas exaustivas, pressão por prazos curtos e metas irreais, muitas vezes impostos pelas próprias empresas que, ironicamente, se declaram “preocupadas com a segurança no trânsito”. Não dá mais para ignorar essa contradição.

Trabalho há 17 anos com líderes e gestão de pessoas. E posso afirmar, sem hesitar: segurança também é um reflexo direto da cultura organizacional. Se a empresa enxerga o entregador apenas como uma “ponta da cadeia”, como uma extensão da velocidade e não como um ser humano, todo discurso de cuidado cai por terra.

Liderar é proteger.

É garantir que exista capacitação, suporte psicológico, limites de jornada. É permitir que o trabalhador saiba que tem respaldo e não apenas cobrança. Quando a liderança assume esse papel, a rua muda. A lógica muda. E vidas deixam de ser estatística.

Não estou aqui para desmerecer campanhas, kits de segurança ou palestras. Toda ação conta. Mas o que salva vidas de verdade é a postura contínua de cuidado, que nasce da liderança e se espalha por toda a organização.
O Maio Amarelo pode estar terminando, mas o compromisso com a vida não tem data pra acabar.

Proteger quem está nas ruas é, antes de tudo, uma decisão diária. E se você lidera, seja dentro de uma pequena empresa, de um aplicativo ou de uma grande corporação, saiba: a forma como você olha para quem entrega por você pode ser a diferença entre mais um número ou mais um retorno seguro pra casa.

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Cuidar da saúde mental dos colaboradores não é mais diferencial. É questão de sobrevivência e liderança https://folhasaude.com.br/cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-nao-e-mais-diferencial-e-questao-de-sobrevivencia-e-lideranca/ https://folhasaude.com.br/cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-nao-e-mais-diferencial-e-questao-de-sobrevivencia-e-lideranca/#respond Wed, 16 Apr 2025 01:06:04 +0000 https://folhasaude.com.br/cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-nao-e-mais-diferencial-e-questao-de-sobrevivencia-e-lideranca/ A saúde emocional dos trabalhadores brasileiros chegou ao limite — e os números não me deixam mentir. Em 2024, o país bateu um triste recorde: 472 mil afastamentos concedidos por transtornos psicológicos, segundo dados do INSS. Isso representa um crescimento de 68% em relação ao ano anterior. Na prática, quase meio milhão de pessoas não suportaram a pressão e precisaram parar. Estamos adoecendo dentro dos ambientes que deveriam nos impulsionar.

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A urgência de transformar ambientes de trabalho em espaços emocionalmente seguros: quando o cuidado com a saúde mental deixa de ser opcional e se torna obrigação

A saúde emocional dos trabalhadores brasileiros chegou ao limite — e os números não me deixam mentir. Em 2024, o país bateu um triste recorde: 472 mil afastamentos concedidos por transtornos psicológicos, segundo dados do INSS. Isso representa um crescimento de 68% em relação ao ano anterior. Na prática, quase meio milhão de pessoas não suportaram a pressão e precisaram parar. Estamos adoecendo dentro dos ambientes que deveriam nos impulsionar.

              Esse cenário me toca profundamente, porque há mais de 17 anos atuo formando e desenvolvendo líderes. Já trabalhei com empresas de todos os tamanhos e setores, e em todas elas encontrei um ponto em comum: o sofrimento emocional não escolhe cargo, salário ou CNPJ.

              Por isso, vejo com bons olhos a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que começa a valer em maio de 2025 e exige das empresas a inclusão dos chamados riscos psicossociais — como estresse, assédio moral, sobrecarga e falta de suporte emocional — nas suas práticas de Segurança e Saúde no Trabalho. Isso muda tudo. O que antes era “cuidado opcional” agora passa a ser exigência legal. E, mais do que isso, passa a ser um divisor de águas na forma como as organizações encaram o bem-estar de suas equipes.

              É importante entender: a NR-1 não exige a contratação fixa de psicólogos, mas medidas concretas. Falo de ações como reorganização da carga de trabalho, canais de escuta e apoio emocional, treinamentos de liderança para uma gestão mais empática e monitoramento contínuo do clima organizacional.

              E aqui está o ponto mais sensível  e mais poderoso  dessa transformação: a liderança será o pilar central de tudo isso. São os líderes que garantem metas desafiadoras e humanas. São eles que podem fazer com que uma equipe se sinta segura, reconhecida e vista. E também são eles que, infelizmente, ainda perpetuam modelos autoritários e tóxicos que precisam ser urgentemente repensados.

              Sei que para muitos líderes essa virada de chave pode ser desconfortável. Mas também sei que o caminho para resultados consistentes e sustentáveis passa por ambientes onde as pessoas tenham condições emocionais de performar. Ninguém prospera no caos.

              Não dá mais para tratar saúde mental como discurso de campanha de setembro. O que está em jogo é mais do que produtividade — é dignidade. E, cá entre nós, empresas que não entenderem isso em 2025 provavelmente não vão chegar a 2030.

Se você é empresário, gestor, RH ou profissional de liderança, minha sugestão é clara: comece hoje. Olhe para dentro. Converse com sua equipe. Ouça de verdade. Reorganize suas metas. Ofereça suporte real. A construção de um ambiente emocionalmente saudável começa com atitudes simples, mas corajosas. Porque cuidar da saúde mental no trabalho não é mais uma escolha estratégica. É o mínimo.

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Tendências do Mercado de Trabalho para 2025 https://folhasaude.com.br/tendencias-do-mercado-de-trabalho-para-2025/ https://folhasaude.com.br/tendencias-do-mercado-de-trabalho-para-2025/#respond Sun, 29 Dec 2024 11:05:33 +0000 https://folhasaude.com.br/tendencias-do-mercado-de-trabalho-para-2025/ Especialista revela os desafios e oportunidades que moldarão empresas e profissionais no futuro próximo O mercado de trabalho segue em rápida transformação, impulsionado pela tecnologia, mudanças sociais e novas demandas econômicas. As tendências para 2025 apontam para a ascensão da digitalização, maior flexibilidade e foco em competências comportamentais. Gustavo Rocha, mentor de líderes e palestrante, afirma que empresas e profissionais que desejarem se destacar precisarão abraçar essas mudanças com agilidade e visão estratégica. De acordo com Gustavo, a automação e a inteligência artificial seguirão redefinindo o modo como tarefas são realizadas, priorizando atividades que exijam criatividade, estratégia e pensamento crítico. “O profissional do futuro será aquele que, além de dominar a tecnologia, souber liderar, comunicar com assertividade e solucionar problemas complexos em um cenário dinâmico”, explica Gustavo. O especialista também destaca a consolidação do trabalho remoto e híbrido, uma herança da pandemia de COVID-19. “Empresas que investirem em cultura organizacional sólida e tecnologia para facilitar a colaboração e produtividade estarão em posição de vantagem competitiva”, ressalta Gustavo. Outro ponto crucial para 2025 é o peso crescente da sustentabilidade e da diversidade no ambiente corporativo. Gustavo afirma que as práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) não são mais apenas um diferencial, mas uma exigência para atrair talentos e conquistar mercados. “Empresas alinhadas a esses valores, assim como profissionais que promovam e compreendam sua importância, terão protagonismo no novo mercado”, acrescenta. Para Gustavo Rocha, a mensagem é clara: o futuro exigirá constante adaptação e equilíbrio entre habilidades técnicas e humanas. “Aqueles que conseguirem alinhar inovação, empatia e visão estratégica estarão mais preparados para os desafios e oportunidades que 2025 trará”, conclui o especialista. Este panorama reforça que o sucesso no mercado de trabalho será reservado a quem estiver disposto a aprender, evoluir e antecipar tendências em um mundo cada vez mais conectado e exigente.

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Especialista revela os desafios e oportunidades que moldarão empresas e profissionais no futuro próximo

O mercado de trabalho segue em rápida transformação, impulsionado pela tecnologia, mudanças sociais e novas demandas econômicas. As tendências para 2025 apontam para a ascensão da digitalização, maior flexibilidade e foco em competências comportamentais. Gustavo Rocha, mentor de líderes e palestrante, afirma que empresas e profissionais que desejarem se destacar precisarão abraçar essas mudanças com agilidade e visão estratégica.

De acordo com Gustavo, a automação e a inteligência artificial seguirão redefinindo o modo como tarefas são realizadas, priorizando atividades que exijam criatividade, estratégia e pensamento crítico. “O profissional do futuro será aquele que, além de dominar a tecnologia, souber liderar, comunicar com assertividade e solucionar problemas complexos em um cenário dinâmico”, explica Gustavo.

O especialista também destaca a consolidação do trabalho remoto e híbrido, uma herança da pandemia de COVID-19. “Empresas que investirem em cultura organizacional sólida e tecnologia para facilitar a colaboração e produtividade estarão em posição de vantagem competitiva”, ressalta Gustavo.

Outro ponto crucial para 2025 é o peso crescente da sustentabilidade e da diversidade no ambiente corporativo. Gustavo afirma que as práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) não são mais apenas um diferencial, mas uma exigência para atrair talentos e conquistar mercados. “Empresas alinhadas a esses valores, assim como profissionais que promovam e compreendam sua importância, terão protagonismo no novo mercado”, acrescenta.

Para Gustavo Rocha, a mensagem é clara: o futuro exigirá constante adaptação e equilíbrio entre habilidades técnicas e humanas. “Aqueles que conseguirem alinhar inovação, empatia e visão estratégica estarão mais preparados para os desafios e oportunidades que 2025 trará”, conclui o especialista.

Este panorama reforça que o sucesso no mercado de trabalho será reservado a quem estiver disposto a aprender, evoluir e antecipar tendências em um mundo cada vez mais conectado e exigente.

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Liderança Empreendedora: Como Inspirar Inovação e Criar Culturas de Sucesso https://folhasaude.com.br/lideranca-empreendedora-como-inspirar-inovacao-e-criar-culturas-de-sucesso/ https://folhasaude.com.br/lideranca-empreendedora-como-inspirar-inovacao-e-criar-culturas-de-sucesso/#respond Fri, 18 Oct 2024 15:24:33 +0000 https://istoenegocios.com/?p=2022 Mês do Empreendedor destaca a importância da liderança para o crescimento de negócios no Brasil, segundo Gustavo Rocha. ​Em outubro, o Brasil celebra o mês do Empreendedor, uma data que homenageia a criação do Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Este é um momento oportuno para refletir sobre o papel crucial da liderança no fomento à inovação e no desenvolvimento de culturas empresariais saudáveis. Segundo dados do Sebrae, em 2023, o Brasil registrou mais de 4 milhões de novos empreendimentos, evidenciando um crescimento no interesse pela criação de negócios. Nesse cenário, a figura do líder se torna fundamental para guiar equipes e promover um ambiente propício ao sucesso. ​A liderança empreendedora se caracteriza pela capacidade de inspirar e motivar colaboradores, estimulando a criatividade e a colaboração. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 60% das micro e pequenas empresas fecham as portas nos primeiros cinco anos, um indicativo da importância de uma liderança eficaz para a sustentabilidade dos negócios. ​Gustavo Rocha, mentor de líderes em Pernambuco, destaca que “um líder eficaz deve estar atento às necessidades da equipe e ao mercado, adaptando-se rapidamente às mudanças.” Ele ressalta a importância da comunicação clara e da construção de um ambiente onde todos se sintam valorizados. Rocha acrescenta que “inovar não é apenas sobre tecnologia, mas sobre ter uma mentalidade aberta e a disposição de ouvir novas ideias”. ​O mês Empreendedor também é uma oportunidade para promover eventos e palestras que discutam as melhores práticas em liderança. A troca de experiências entre empresários e líderes pode resultar em insights valiosos para o desenvolvimento de novas estratégias e a superação de desafios. ​Assim, ao celebrar o empreendedorismo, é essencial reconhecer o papel da liderança na criação de culturas de sucesso que incentivem a inovação e a resiliência. Com o suporte adequado, os líderes podem não apenas inspirar suas equipes, mas também contribuir para um ambiente de negócios mais robusto e sustentável no Brasil.

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Mês do Empreendedor destaca a importância da liderança para o crescimento de negócios no Brasil, segundo Gustavo Rocha.

​Em outubro, o Brasil celebra o mês do Empreendedor, uma data que homenageia a criação do Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Este é um momento oportuno para refletir sobre o papel crucial da liderança no fomento à inovação e no desenvolvimento de culturas empresariais saudáveis. Segundo dados do Sebrae, em 2023, o Brasil registrou mais de 4 milhões de novos empreendimentos, evidenciando um crescimento no interesse pela criação de negócios. Nesse cenário, a figura do líder se torna fundamental para guiar equipes e promover um ambiente propício ao sucesso.

​A liderança empreendedora se caracteriza pela capacidade de inspirar e motivar colaboradores, estimulando a criatividade e a colaboração. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 60% das micro e pequenas empresas fecham as portas nos primeiros cinco anos, um indicativo da importância de uma liderança eficaz para a sustentabilidade dos negócios.

​Gustavo Rocha, mentor de líderes em Pernambuco, destaca que “um líder eficaz deve estar atento às necessidades da equipe e ao mercado, adaptando-se rapidamente às mudanças.” Ele ressalta a importância da comunicação clara e da construção de um ambiente onde todos se sintam valorizados. Rocha acrescenta que “inovar não é apenas sobre tecnologia, mas sobre ter uma mentalidade aberta e a disposição de ouvir novas ideias”.

​O mês Empreendedor também é uma oportunidade para promover eventos e palestras que discutam as melhores práticas em liderança. A troca de experiências entre empresários e líderes pode resultar em insights valiosos para o desenvolvimento de novas estratégias e a superação de desafios.

​Assim, ao celebrar o empreendedorismo, é essencial reconhecer o papel da liderança na criação de culturas de sucesso que incentivem a inovação e a resiliência. Com o suporte adequado, os líderes podem não apenas inspirar suas equipes, mas também contribuir para um ambiente de negócios mais robusto e sustentável no Brasil.


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